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Vereadores querem flexibilizar uso de máscaras

Requerimento sobre o tema foi aprovado na semana passada e encaminhado ao Executivo. Parlamentares também aprovaram a inclusão da corvina no menu das escolas

ALCIDES MAFRA/ASSESSORIA CÂMARA PB

14 de outubro de 2021

Na sessão da Câmara da última quinta-feira (7) os vereadores aprovaram dois requerimentos, ambos endereçados ao chefe do poder Executivo, Emerson Stein (MDB). O primeiro deles, de autoria do progressista Willian Ismael dos Santos, o “Zé do Araçá”, propõe uma inclusão no cardápio que é servido nas escolas e creches da Rede Municipal. Willian sugere que a corvina, principal item da produção pesqueira do bairro onde o parlamentar mora, seja incorporada ao menu.

Apesar da importância para a economia do município — e de ter sido reconhecida como peixe símbolo de Porto Belo através de uma lei aprovada pela Câmara e sancionada pelo Executivo em junho do ano passado — a corvina não figura entre o pescado servido nas escolas da Rede Municipal. “A gente coloca filé de cação ou maria mole”, explica Juçara Jaques, nutricionista da Secretaria Municipal de Educação. Ela e a colega Mariane de Liz são as responsáveis por orientar o preparo da dieta nas unidades de ensino.

Juçara informa que a compra dos alimentos é feita mediante licitação, o que sujeita a adoção de certos gêneros aos itens oferecidos pelos fornecedores. Porém, ela acredita que haja espaço para a corvina, cuja aquisição poderia se dar diretamente dos pescadores locais, no âmbito do programa de agricultura familiar.

Essa perspectiva vai ao encontro do que Willian objetiva alcançar, que é promover o consumo de um item da produção pesqueira portobelense. “E também é uma forma de incentivar as nossas crianças a comerem esse peixe”, acrescenta.  

O segundo requerimento aprovado teve o emedebista Magno Muñoz como autor. Sua solicitação é no sentido de que o Governo Municipal flexibilize o uso de máscaras em áreas públicas, tais como praças, praias e parques. O vereador argumenta que, como 80% da população local tomou ao menos uma dose da vacina (o último “vacinômetro” divulgado pela Prefeitura contabiliza 16.846 pessoas vacinadas e mais de 26 mil doses aplicadas), seria seguro distender as regras relativas às máscaras — de cujo uso, afirma Magno, “as pessoas já estão saturadas”.

No mesmo sentido, Muñoz pede que se estabeleça um cronograma visando liberar a população da obrigatoriedade inclusive em lugares fechados: “A gente está colhendo já os malefícios do uso contínuo de máscaras, principalmente em atividades físicas, problemas pulmonares e outras situações”, justifica.

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